Quando você é internado em um hospital, eles colocam em seu pulso uma pulseira branca com seu nome nela. Mas há outras cores de pulseiras que significam outras coisas. As pulseiras vermelhas são colocadas em pessoas mortas.
Havia um cirurgião que trabalhava no turno da noite em um hospital de universidade. Ele havia terminado uma operação e estava descendo para o porão. Ele entrou no elevador e dentro deste havia outra pessoa. Ele conversou normalmente com a mulher enquanto o elevador descia. Quando a porta do elevador abriu, outra mulher fez menção de entrar, mas o médico imediatamente apertou o botão de fechar a porta e apertou o botão do último andar do prédio. Surpresa, a mulher reprimiu o médico por ter sido rude e perguntou por que ele não deixara a outra mulher entrar.
O médico disse "Essa era a mulher que eu acabei de operar. Ela morreu na mesa de cirurgia. Você não viu a pulseira vermelha que ela usava?"
A mulher sorriu, e, erguendo seu braço, disse "Uma pulseira vermelha como esta?"
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domingo, 12 de janeiro de 2014
quinta-feira, 4 de julho de 2013
O bilhete premiado
Karla foi ler os E-mails dela. Até que ela achou um que falava de um bilhete premiado.
No começo ela achou que era algum spam, mas abriu por curiosidade.
A mensagem era o seguinte:"Parabéns Karla, você encontrou um bilhete premiado!
Leve o bilhete em uma de nossas lojas, e pegue o seu prêmio."
No dia seguinte ela foi na tal loja.
Era uma loja pequena, mas bem arrumada.
O dono da loja era um homem de 60 anos.
Karla entregou o bilhete para ele, e ele mandou ela o seguir.
Entraram em uma sala muito escura. Nessa sala, um outro homem amarrou ela em uma maca, abriu a barriga dela, e tirou todos os órgãos.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
O porão da capela
Numa pequena cidade do Kansas, (E.U.A) existia uma antiga capela no topo de uma colina, rodeada por sepulturas. Ao lado da igreja estava um porão, muito difícil de ser encontrado por causa de suas portas que haviam sido cobertas por grama que cresceu lá. Na frente da igreja, havia uma grande árvore que estava sempre sem folhas. Nenhum dos moradores da cidade conseguiam se lembrar de ter visto alguma vez uma folha sequer na árvore. Havia várias famílias de agricultores que viviam por lá. A filha do pastor havia se apaixonado por um jovem que morava perto de lá, mas teve seu coração partido quando descobriu que o jovem engravidou e se casou com uma outra moça da cidade. Enquanto a filha do reverendo observavam eles juntos e felizes, seu ódio pelos dois só aumentava, até que depois de 9 meses de dolorosa resistência, seu desprezo transbordou. Pouco tempo depois do filho do casal nascer, a filha do pastor foi em sua casa. Eles a cumprimentaram alegremente, mas perceberam tarde demais que seus olhos estavam sedentos de sangue... Ela cortou as gargantas do casal que havia feito sua vida tão miserável, e em seguida arrastou seus corpos, junto com o filho recém-nascido, até o morro da igreja. Ela colocou os corpos no porão e deixou o bebê ali entre seus corpos, para morrer de fome. Trancou fortemente o porão e se enforcou na árvore em frente à igreja. Os corpos do casal foram encontrados após três semanas do ocorrido. Daquele dia em diante, nunca mais cresceram folhas naquela árvore. Dizem que se você andar no cemitério à noite, você pode ouvir levemente o som do choro arrepiante de um bebê. Os moradores da cidade incendiaram a árvore na esperança de colocar o espírito da filha do reverendo para descansar. E mais recentemente, a igreja desabou enterrando o porão para sempre.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Feliz por não ter acendido a luz?
Joyce e Sandra estudavam no quarto situado no campus da universidade onde moravam por dois anos. A prova que encerraria o semestre seria no dia seguinte. Joyce era a mais estudiosa das duas. Sempre tirava notas boas e dedicava-se aos estudos a maior parte do seu tempo. Já Sandra era meio louca, era conhecida no campus por se drogar e beber demais. Mesmo assim ela era inteligente e mantinha-se no curso com notas boas. “Vamos à festa hoje Joyce?” perguntou Sandra. Joyce respondeu: “Não, vou estudar e depois vou dormir. Amanhã eu quero tirar dez na prova, por que se eu conseguir, talvez ganhe bolsa escolar integral.” “Você e a sua mania de estudar de mais, sai do quarto, aproveita um pouco sua juventude por que você se der conta vai ser tarde de mais. Por exemplo, por dois semestres eu não te vejo com um garoto, nem um encontro se quer e...” “Eu prefiro me dedicar aos estudos, namoro depois.” respondeu Joyce interrompendo a amiga. Elas continuaram os estudos até que a hora da festa chegou. Sandra se arrumou e se despediu de Joyce. “Tem certeza que não quer ir?” “Tenho, já pedi uma pizza vou estudar um pouco mais, comer e ir dormir para estar bem preparada para a prova. Te desejo sorte amanhã no teste se eu não te ver até lá.” Quando ela terminou de falar, alguém bateu na porta. “Deve ser minha pizza, pede para o entregador entrar.” disse Joyce olhando a amiga saindo e o entregador entrar. Sandra foi para festa. Decidiu ir dormir no quarto do namorado insistente, mas disse que teria que ir até seu quarto buscar alguns livros e algo para vestir no dia seguinte. Os dois foram andando pelos corredores escuros do alojamento até chegarem ao quarto. “Odeio essa escuridão dos corredores, eu penso se algum dia eles vão trocar as lâmpadas queimadas. Fica aqui de fora e eu vou ser bem silenciosa porque eu não quero acordar a Joyce.” disse Sandra ao namorado. Ela entrou, foi até o banheiro e pegou sua escova de dente e desodorante. Voltou ao quarto e pode achar suas roupas e alguns livros que precisava, porém não encontrava o livro mais importante e seria quase impossível encontrá-lo com o quarto tão escuro, iluminado somente pela luz da lua que passava pelas frestas da veneziana. Sandra pensou e pensou, mas não se lembrava onde tinha colocado o livro, voltou até a porta do quarto e foi levando sua mão até o disjuntor da luz. Por um impulso momentâneo sua mão parou. “Deixa o livro pra lá, provavelmente nem vou ter tempo de estudar antes do teste.” disse sussurrando enquanto saia do quarto na ponta dos pés. No dia seguinte Sandra olhava nervosa para o relógio, Joyce não estava lá e o teste iria começar em alguns minutos. Ela estava preocupada, pois sabia que o teste era muito importante para a amiga e ela era muito responsável para perdê-lo. “O que teria acontecido com ela?” perguntava-se nervosa. Joyce nunca pareceu e Sandra mal pode fazer seu teste por estar preocupada com ela. Entregou seu teste correndo ao professor e foi até seu quarto. Quando abriu a porta não pode acreditar, Joyce ainda dormia. Ela entrou no quarto rápido e deixou a porta bater atrás de si. “Joyce você esta louca? Você perdeu o semestre todo.” Gritou Sandra cutucando a amiga que dormia de bruços. “Joyce?” Cutucou a amiga duas vezes, porém não obteve resposta e decidiu vira-la de barriga para cima. O terror tomou conta dela e seu grito ecoou por todo prédio do alojamento. Joyce tinha um buraco fundo na barriga e suas tripas estavam para fora. Sandra virou-se para a porta para ir pedir ajuda. Seu grito novamente ecoou pelo campus. Na porta de seu quarto estava escrito com o sangue de Joyce: “Feliz por não ter acendido a luz?”
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Os retratos
Havia um caçador, que depois de um longo dia de caça, estava no meio de uma imensa floresta. Estava ficando escuro, perdido, decidiu andar em apenas uma direção até estar livre daquela incessante e cansativa floresta. Após algum tempo, que pareceram horas, ele se deparou com uma pequena cabana. Percebendo o quão escuro já estava, ele decidiu ver se ele podia passar a noite ali. Ele se aproximou e viu a porta aberta, não havia ninguém dentro. Ele entrou e deitou na única cama que estava ali, decidiu se explicar ao dono pela manhã. Enquanto ele olhava ao seu redor, ele encontrou diversos retratos, todos pintados com um realismo incrível. Sem excessão, eles pareciam estar olhando em direção a ele, com olhares mortos que pareciam cheios de ódio. Olhando pra eles, ele se sentia incrivelmente desconfortável. Fazendo um esforço pra ignorar aquelas faces furiosas, ele se virou em direção a parede e exausto, ele cai num profundo sono. Pela manhã, ele é acordado com um inesperado raio de sol. Olhando ao seu redor, ele percebe que na cabana não haviam retratos, apenas janelas.
sábado, 9 de junho de 2012
A menina da fotografia
Esta é mais uma daquelas histórias em que “a curiosidade matou o gato!”. Certo dia, durante uma aula de matemática, um menino chamado Bruno avistou da janela da escola um papel jogado no chão. Faltavam poucos minutos para acabar a aula, mas a curiosidade e a ansiedade de saber o que havia no papel falavam mais alto e, o tempo parecia não passar. Quando tocou o sinal indicando o término da aula ele correu para a rua, o mais rápido que conseguia, para que ninguém chegasse antes dele. Ao ver o papel, percebeu que era uma fotografia de uma menina, a mais bonita que ele já havia visto. A menina tinha “cabelos ondulados, usava um vestido apertado e uma sandália vermelha, em sua mão direita ela fazia um gesto em formato de “v”, com os dedos indicador e médio”. Ele ficou tão encantado com a menina da foto que quis muito encontrá-la, qualquer pessoa que passava por ele era indagada se conhecia a tal menina, na escola, na rua, porém todos afirmavam nunca tê-la visto. Arrasado por não ter conseguido encontrar a menina, ele foi para casa. Chegando lá, perguntou a sua irmã e posteriormente a sua mãe se alguma delas conhecia a garota, a resposta de ambas foi negativa. Como já era tarde, colocou a fotografia junto a cabeceira da cama e dormiu. Durante a noite, Bruno acordou assustado, havia um barulho estranho vindo de sua janela, era como se unhas batessem no vidro, logo em seguida ouviu uma sinistra “risadinha”. Mesmo com medo, ele levantou da cama e foi ver o que era, avistou uma sombra na janela, porém quando chegou lá não havia ninguém, o barulho misteriosamente desapareceu. Quando amanheceu, ele ainda mais curioso, resolveu perguntar pela vizinhança se alguém conhecia a tal menina, a resposta foi a mesma:“Desculpe, não.”, o que fazia crescer sua decepção. Anoiteceu, e novamente ele foi para o quarto, colocou a foto na cabeceira de sua cama e dormiu. Durante a madrugada, começaram as batidas na janela, ele decidiu então seguir as risadas. Desceu as escadas, saiu de casa correndo, porém ao atravessar a rua foi atropelado por um carro. O motorista logo saiu do carro para tentar ajudar o garoto, mas era tarde demais, ele havia morrido com a fotografia na mão. O motorista ao ver que o menino tinha algo na mão, resolveu pegar para ver o que era, viu “a imagem de uma menina linda com três dedos levantados”.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
A menina dos olhos vermelhos
Um homem chamado Bill começou a ficar cansado ao dirigir tarde da noite. Ele viu um motel minúsculo ao lado da estrada e resolveu parar para descansar um pouco e continuar sua viagem no dia seguinte. No saguão, ele falou com o gerente para ver se havia algum quarto disponível. O gerente lhe disse que havia apenas dois quartos vazios e eles estavam bem próximos um dos outro. Um deles era assombrado e o outro não. Bill ficou surpreso ao ouvir isso, mas ao invés de viajar para o motel próximo, bocejou e concordou em ficar no quarto que não era mal assombrado. Ele foi para o quarto e fechou a porta do quarto de hotel, ele tinha esquecido o que o gerente lhe dissera sobre o quarto ao lado. Ele estava tão cansado que adormeceu quase imediatamente. Cerca de 2H da manhã, ele acordou e percebeu uma luz fraca vinda de um buraco na parede perto da cabeceira da cama. Ele se levantou e se encostou na parede a olhar através do buraco. Ele podia ver o quarto assombrado e notou uma linda mulher, com um olhar parado, vestido esfarrapado, branca... A mulher estava de costas para ele e derrepente se virou. Ele ficou muito assustado e por isso ele voltou para cama e adormeceu novamente. Mais tarde, durante a noite, ele acordou de novo e novamente ele percebeu o buraco. Quando ele olhou através de uma segunda vez, ele não conseguia ver nada do outro lado. Sem mobília. Nada. Tudo o que ele viu foi a cor vermelha. Confuso, ele voltou para a cama. Na manhã seguinte, enquanto fazia check-out no hotel, o gerente lhe perguntou: "Você viu o fantasma da menina? Bill respondeu: "Sim, mas na verdade ela estava bonita. Ela não parecia um fantasma em tudo." O gerente disse: "Você provavelmente não viu seus olhos. Eles são vermelho brilhante! São conhecidos como o olhar da morte, quem os vê morre em 24H"
Bill não ligou para isso e voltou a estrada, meia hora depois, ele lembrou do olhar vermelho e seu carro sofreu um acidente e ele ficou agonizando nas ferragens até a morte.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
A lenda de Julie Legare
Conta a lenda que na década de 1800 uma garota chamada Julie Legare, foi visitar sua família que morava em Edisto Island, Carolina do Norte. Porém durante o período de visita, inesperadamente a menina adoeceu. Muitos acreditavam que era malária, outros não tinham certeza, só sabiam que era uma doença fatal. Pouco tempo depois a menina acabou morrendo. Naquele tempo acreditava-se que as doenças dos mortos ainda podiam ser transmitidas, então construíram rapidamente um caixão e enterraram ela junto ao “túmulo da família Legare”. Após alguns anos, outra pessoa morreu e então resolveram novamente abrir o Mausoléu para que o caixão fosse colocado. Para surpresa e espanto de todos, um esqueleto caiu. Aparentemente a menina foi enterrada ainda em coma e, ao despertar, tentou lutar de todas as formas para sair do caixão, porém deveria estar muito fraca e, por mais que tentasse não conseguiria mover a porta do Mausoléu. Diversas marcas de arranhões ficaram na porta. Hoje o Mausoléu fica aberto, pois os moradores temem que a história se repita.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
O mosteiro de Satã
1952, quinta feira, dia 23 de dezembro. Leonel sai de casa para passar o natal com a família no Rio de Janeiro. Nas estradas mineiras chovia como ele nunca tinha visto antes. Sozinho no carro Leonel sentiu um calafrio como se estivesse prestes a morrer. Na mesma hora ele parou o carro. Começou a sentir febre e a suar frio. Na estrada não passava um veículo e a chuva tinha apertado mais. Quase cego com a tempestade Leonel avista uma luminosidade não muito longe dali. Caminhando com dificuldade o pobre homem chega até o portão do queparecia ser um mosteiro franciscano . Ele bate na porta e grita por ajuda mas desmaia antes dela chegar. Leonel acorda com muita dor de cabeça em um quarto escuro. Ele estava deitado numa cama simples e pela janela podia ver que a chuva não havia reduzido. Quando tentou levantar-se da cama a porta se abre e um homem alto vestido de monge entra no quarto. "Você deve deixar o mosteiro imediatamente." falou, com uma voz preocupada. "Estou doente, não podem me mandar embora deste jeito, por favor deixe-me ficar.", agonizou Leonel quase chorando. O monge não disse mais nada e se retirou do recinto. Preocupado em ter que ir embora Leonel se levanta e sai do quarto sorrateiramente. O lugar mais parecia um calabouço medieval. O coitado não sabia o que fazer. Por instinto Leonel desce as escadas da masmorra. Uma voz o chama. Ela vem de uma cela, a porta está trancada e pela pequena grade um homem magro de cavanhaque conversa com Leonel. "Amigo, você precisa me ajudar. Esses monges me prenderam aqui e me torturam quase diariamente. E eles farão isso com você também se não fugirmos logo. Por fa..."Antes do sujeito concluir o monge alto grita com Leonel. "Saia daí!!!" agarrando-o pelo braço o monge arrasta o enfermo rapaz escada acima. O pobre Leonel não tinha forças para reagir e foi levado facilmente. Já em uma sala gigantesca repleta de monges Leonel se vê como um réu sendo julgado. O franciscano que parecia o líder falou. "Rapaz, você deve ir embora imediatamente. Foi um erro nosso tê-lo deixado entrar aqui. Sabemos do seu estado de saúde mas não podemos deixá-lo ficar". Leonel mal ouviu o homem e desmaiou novamente. O infeliz viajante acorda mais uma vez na masmorra. A porta do quarto estava aberta e Leonel sai a procura do homem que estava preso no andar de baixo. Sem vigília, ele consegue chegar até a cela do magrelo. Mal se aproxima e Leonel é surpreendido com o sujeito na pequena grade já pedindo ajuda. “Por favor, me tire daqui. Eles vão nos torturar, eles são de uma seita maligna. São adoradores de Satanás.” Tremendo como uma vara verde em dia de chuva, Leonel corre atéum pequeno depósito em busca de uma ferramenta capaz de abrir a cela. Minutos depois ele retorna com um imenso pé de cabra. Com um pouco de esforço a porta é arrombada. O sujeito magro sai correndo da cela e rindo como se uma piada hilária tivesse acabada de ter sido contada. Sem saber do que se tratava, Leonel corre também, mas dá de cara com um monge de quase dois metros de altura. “ O que você acaba de fazer, maldito?!” Rugiu o franciscano. “Me solte! Me solte seu filho de Satanás!” Gritava Leonel tentando se soltar do agarrão do monge. Com um olhar de temor e raiva o homem alto encara o pobre Leonel... “Você não sabe o que fez... sua vida está condenada agora. Você acaba de libertar o próprio Satanás. E ele fará de você o seu servo predileto. Sua alma será dele”. Logo após o monge ter terminado de falar Leonel dá um grito de pavor... seu último grito de pavor. Naquele instante o pobre e inocente viajante acaba de ter um fulminante ataque cardíaco que levou sua alma literalmente para os quintos dos Infernos, ao lado do, agora, seu eterno mestre, Satanás.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
O corpo seco
Corpo-Seco, segundo a lenda, é um homem que passou a vida batendo na mãe.
Quando morreu, foi rejeitado por Deus e pelo Diabo, inclusive pela terra que enojada repeliu-o. Um dia, se levantou de sua tumba, completamente podre, e vive grudado em arvores que depois ficam secas. No interior de São Paulo, há uma variante desta lenda, conta-se que quando uma pessoa passa perto do corpo seco ele pula nela e suga todo seu sangue, se não passar nenhuma pessoa ele vai morrer, porque se alimenta do sangue humano (semelhante a um vampiro). Há ainda relatos do corpo seco no estado do Paraná, Amazonas, Minas Gerais, em alguns países africanos de língua portuguesa, relatados por soldados brasileiros veteranos da missão UNAVEM III e na região Centro-Oeste do Brasil, principalmente.
Até hoje, há o dito popular: “Quem bate na mãe fica com a mão seca”.
sábado, 31 de março de 2012
Pegue o seu bilhete
Sempre correndo, Eva e Vanessa chegaram mesmo em cima da hora à estação e ainda tinham de comprar o bilhete. Destino: a praia. Foram até às máquinas automáticas, mas não conseguiram encontrar o seu destino. "Não pode ser, tenta outra vez!". Depois de percorrerem mais três vezes as listas com todos os destinos, acabaram encontrando. Carrega, depressa!". Estavam prestes a perder o trem e os nervos estavam a aumentar. A máquina fazia coisas muito estranhas, Não obedecia. "Não me deixa marcar dois bilhetes!"
''Bem, então compramos um de cada vez". Por fim, Eva conseguiu comprar o seu bilhete... Agora só faltava o da Vanessa. Pela segunda vez, a moça procurava o seu destino. "Mas isto diz D.E.P. em todo o lado! O que é D.E.P.? Onde está o nosso destino?". Mesmo no último momento, Vanessa encontrou e comprou o bilhete. Só faltava recolhê-lo e saíam correndo para o trem. Mas... não podia ser! O que seria aquilo?! Uma brincadeira de mau gosto? Vanessa recolhia o seu bilhete horrorizada pois estava manchado de sangue e dizia:" Vanessa Garcia, Descanse Em Paz. Nunca mais voltaremos a vê-la." Pouco depois, ela morreu de uma causa desconhecida.
''Bem, então compramos um de cada vez". Por fim, Eva conseguiu comprar o seu bilhete... Agora só faltava o da Vanessa. Pela segunda vez, a moça procurava o seu destino. "Mas isto diz D.E.P. em todo o lado! O que é D.E.P.? Onde está o nosso destino?". Mesmo no último momento, Vanessa encontrou e comprou o bilhete. Só faltava recolhê-lo e saíam correndo para o trem. Mas... não podia ser! O que seria aquilo?! Uma brincadeira de mau gosto? Vanessa recolhia o seu bilhete horrorizada pois estava manchado de sangue e dizia:" Vanessa Garcia, Descanse Em Paz. Nunca mais voltaremos a vê-la." Pouco depois, ela morreu de uma causa desconhecida.
sexta-feira, 30 de março de 2012
A pulseira vermelha
Quando você é internado em um hospital, eles colocam em seu pulso uma pulseira branca com seu nome nela. Mas há outras cores de pulseiras que significam outras coisas. As pulseiras vermelhas são colocadas em pessoas mortas.
Havia um cirurgião que trabalhava no turno da noite em um hospital de universidade. Ele havia terminado uma operação e estava descendo para o porão. Ele entrou no elevador e dentro deste havia outra pessoa. Ele conversou normalmente com a mulher enquanto o elevador descia. Quando a porta do elevador abriu, outra mulher fez menção de entrar, mas o médico imediatamente apertou o botão de fechar a porta e apertou o botão do último andar do prédio. Surpresa, a mulher reprimiu o médico por ter sido rude e perguntou por que ele não deixara a outra mulher entrar.
O médico disse "Essa era a mulher que eu acabei de operar. Ela morreu na mesa de cirurgia. Você não viu a pulseira vermelha que ela usava?"
A mulher sorriu, e, erguendo seu braço, disse "Uma pulseira vermelha como esta?"
Havia um cirurgião que trabalhava no turno da noite em um hospital de universidade. Ele havia terminado uma operação e estava descendo para o porão. Ele entrou no elevador e dentro deste havia outra pessoa. Ele conversou normalmente com a mulher enquanto o elevador descia. Quando a porta do elevador abriu, outra mulher fez menção de entrar, mas o médico imediatamente apertou o botão de fechar a porta e apertou o botão do último andar do prédio. Surpresa, a mulher reprimiu o médico por ter sido rude e perguntou por que ele não deixara a outra mulher entrar.
O médico disse "Essa era a mulher que eu acabei de operar. Ela morreu na mesa de cirurgia. Você não viu a pulseira vermelha que ela usava?"
A mulher sorriu, e, erguendo seu braço, disse "Uma pulseira vermelha como esta?"
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