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domingo, 14 de junho de 2015

O relato de Sjerov Kratvrovskn

Sjerov Kratvrovskn (Sierov Kratvrovskin), era funcionário da usina de Chernobyl quando aconteceu o acidente, mas por sorte ele tinha faltado o trabalho por já saber o que iria acontecer algumas horas depois.
Sjerov conta que na verdade, foi o governo que mandou explodir a usina, mas só conseguiram explodir um reator. Ele conta também que o governo estava planejando por quase um ano como fazer parecer um acidente. Por isso a população foi avisada somente uma semana depois do ocorrido, quando a radiação já tinha se espalhado pela Europa quase inteira.
Ele fugiu pro leste da Rússia, onde ficaria mais seguro com a família, que no começo não entendia a pressa que ele tinha de sair de lá.
Milhares de pessoas foram mortas por causa de um teste do governo pra uma nova arma nuclear disfarçada de usina. Até hoje pessoas morrem por isso.

quarta-feira, 11 de março de 2015

A ilha B2L

Pouquíssimas pessoas sabem dela, a ilha B2L.
essa ilha foi usada pra testes com a ZK-5F/ZK-3F, além de servir como depósito nuclear.
Construída durante a ditadura militar no Brasil, a 7R1 é usada hoje como laboratório de testes nucleares.
Essa ilha não pode ser rastreada por nenhum tipo de satélite. Somente alguns cientistas, além do/da presidente podem entrar nesse lugar.

domingo, 1 de junho de 2014

ZK-3F

Leia o projeto ZK-5F, e o Projeto ZK-5F parte 2, antes de ler esse conto.

Depois dos vários testes da outra "vacina", que diziam ser a cura da aids, começaram a testar a nova arma química, chamada de ZK-3F. Essa arma seria capaz de transformar uma pessoa em zumbi em segundos.
Se os testes derem certo, o governo vai alertar sobre uma "nova doença", e que todos deveriam tomar a vacina (ZK-3F).
Começando pelo Brasil, depois se espalhando pelo mundo.
A Rússia compraria milhões de doses da ZK-3F, e usaria num ataque contra os Estados Unidos, que invadiriam o Japão e a Coreia do Norte, e assim começaria a terceira guerra mundial.
Se os testes derem errado, o governo irá esconder tudo, e ninguém nunca vai saber a verdade sobre o projeto ZK-3F.

sábado, 31 de agosto de 2013

Projeto ZK-5F parte 2

Leia a parte 1 antes de ler esta parte.

Lá dentro, tinha um corredor com várias salas. A primeira era um necrotério, vi alguns corpos podres pendurados nas paredes, e no teto. cada corpo tinha um número.
Na segunda sala era um escritório. Encontrei um documento que falava sobre um projeto secreto chamado de "ZK-5F". Esse projeto era um experimento do governo para transformarem toda a população em zumbis, através de uma vacina chamada de ZK-5F. Essa vacina seria criada para prevenir uma suposta epidemia global. Ainda teria uma outra vacina chamada ZK-3F que seria mais forte do que a outra.
Guardei o documento, e fui até o final do corredor onde ficava o laboratório. Peguei algumas amostras das vacinas e fui embora.

Voltei para casa, e guardei a minha mochila no meu armário.
Procurei informações sobre o projeto ZK-5F na internet, mas não achei quase nada. Tudo que falava sobre isso, estava bloqueado pelo governo.
Consegui achar somente um fórum de teorias conspiratórias  que falava sobre projetos secretos do governo.

Depois disso, tomei banho, e fui dormir.
No dia seguinte, acordei com alguém batendo na porta. Era o meu vizinho Carlos, perguntando o que tinha acontecido ontem de madrugada comigo. 
Ele falou que tinham vários carros da polícia na porta da minha casa. 
Falei com ele sobre o ZK-5F, ele falou que estava trabalhando neste projeto, mas tiraram ele da equipe. 
Logo depois, ele me convidou para entrar e falar mais sobre isso. Ele me mostrou o antídoto para a vacina. 
Fomos para a base secreta mas a polícia ja estava lá, então decidimos voltar para a casa.
No caminho encontramos uma mulher pedindo ajuda, fomos ver o que era. 
O filho dela foi pego pelo governo, e levado para o setor 16. 
Fomos para lá. Aquilo era o laboratório de testes em que eu estava antes de tudo. 
chegando lá, eles me sedaram, e me colocaram numa maca. 
"que bom que você voltou", disse um dos cientistas. Ele usava uma máscara de gás, quando tirou, era Carlos, o meu vizinho. "Por que você fugiu?" ele falou com uma voz calma.
Aquela mulher também estava ajudando ele. 
Agora, eu sou um zumbi, escravo de testes deles.
Muito cuidado quando for tomar vacina, ela pode ser a ZK-5F. 

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Teoria da conspiração: Titanic

Essas são algumas das maiores teorias sobre o naufrágio do Titanic                                                         

                                   Não foi o Titanic que afundou   
A teoria mais contada, alega que o navio que afundou em 15 de Abril de 1912 não era o Titanic e sim o RMS Olympic, um navio que era chamado de irmão gêmeo do Titanic, por ser muito parecido e por ter sido construído junto com o ele. Segundo os conspiradores, a White Star Line a administradora do Titanic, queria se livrar do navio Olympic, que havia sofrido alguns arranhões em 1911 depois de colidir com outro navio. Como o Olympic não possuía seguro, a empresa decidiu trocar os nomes dos navios e enviar o Olympic no lugar do Titanic. A ideia era, afundá-lo, resgatar passageiros e tripulantes e receber a indenização contratada para o Titanic. Depois do plano concluído, o verdadeiro Titanic seguiria carreira como Olympic. De acordo com essa teoria, o capitão recebeu dinheiro para jogar o navio contra um iceberg. Mas o plano fracassou, porque o acidente aconteceu um dia antes do esperado. Além disso, outra trapalhada teria causado a morte de tantos passageiros: como haveria o resgate, o Titanic levava muitos botes e coletes salva-vidas a menos do que o necessário. Como toda teoria de conspiração, trata-se de uma história.

                                   A Lua afundou o Titanic 
Uma das teorias mais recentes apontam que a proximidade entre a Lua e a Terra naquela noite, a maior em 1400 anos, causou a maré alta que transportou o iceberg para a rota do Titanic. Ao contrário de outras hipóteses, essa é cientificamente plausível. O estudo foi conduzido pelo Dr Donald Olson, um físico da Universidade do Texas, juntamente com um time de astrônomos. De acordo com o Olson, a proximidade da Terra e da Lua na noite de 4 de abril foi responsável pela grande quantidade de icebergs na região na primavera de 1912.

continua...

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Teoria da conspiração: A igreja católica e a maçonaria

Ao longo de sua história a Igreja Católica condenou e desaconselhou seus fiéis à pertença a associações que se declaravam atéias e contra a religião, ou que poderiam colocar em perigo a fé. Entre essas associações encontra-se a maçonaria. Atualmente, a legislação se rege pelo Código de Direito Canônico promulgado pelo Papa João Paulo II em 25 de janeiro de 1983, que em seu cânon 1374, afirma: “Quem ingressa em uma associação que maquina contra a Igreja deve ser castigado com uma pena justa; quem promove ou dirige essa associação deve ser castigado com entredito”. Esta nova redação, entretanto, apresenta duas novidades em relação ao Código de 1917: a pena não é automática e não é mencionado expressamente a maçonaria como associação que conspire contra a Igreja. Prevendo possíveis confusões, um dia antes de entrar em vigor a nova lei eclesiástica no ano de 1983, foi publicada uma declaração assinada pelo Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Nela se apresenta que o critério da Igreja não sofreu variação em relação às  declarações anteriores, e a nominação expressa da maçonaria foi omitida para assim incluir outras associações. É indicado, juntamente, que os princípios da maçonaria seguem sendo incompatíveis com a doutrina da Igreja, e que os fiéis que pertençam a associações maçônicas não podem ter aceder à Sagrada Comunhão. Neste sentido, a Igreja condenou sempre a maçonaria. No século XVIII, os Papas o fizeram com muito mais força, e no XIX persistira nisto. No Código de Direito Canônico de 1917 eram excomungados os católicos que fizessem parte da maçonaria, e no de 1983 o cânon da excomunhão desaparece, junto com a menção explícita da maçonaria, o que pôde criar em alguns a falsa opinião de que a Igreja por pouco aprovaria a maçonaria. É dificil encontrar um tema – explica Federico R. Aznar Gil, em seu ensaio La pertenencia de los católicos a las agrupaciones masónicas según la legislación canónica actual (1995) – sobre o qual as autoridades da Igreja Católica tenham se pronunciado tão reiteradamente com no caso da maçonaria: desde 1738 a 1980 conservam-se não menos de 371 documentos, aos quais deve-se acrescentar abundantes intervenções dos dicastérios da Cúria romana e, a partir sobretudo do Concílio Vaticano II, as não menos numerosas declarações das Conferencias Episcopais e dos bispos de todo o mundo. Tudo isto está indicando que nos encontramos frente a uma questão vivamente debatida, fortemente sentida e cuja discussão não pode se considerar fechadas. Quase desde a sua aparição, a maçonaria gerou preocupações na Igreja. Clemente XII, “In eminenti”, havia condenado a maçonaria. Mais tarde, Leão XIII, em sua encíclica “Humanum genus”, de 20 de abril de 1884, a qualificava de organização secreta, inimigo astuto e calculista, negadora dos princípios fundamentais da doutrina da Igreja. No cânon 2335 do Código de Direito Canônico de 1917 estabelecia-se que “aqueles que dão seu nome à seita maçônica, ou a outras associações do mesmo gênero, que maquinam contra a Igreja ou contra as potestades civis legítimas, incorrem ipso facto em excomunhão simplesmente reservada à Sede Apostólica”.O delito – segundo Federico R. Aznar Gil – consistia em primeiro lugar em dar o nome ou inscrever-se em determinadas associações. (…) Em segundo lugar, a inscrição devia se realizar em alguma associação que maquinasse contra a Igreja: se entendia por maquinar “aquela sociedade que, em seu próprio fim, exerce uma atividade rebelde e subversiva ou as favorecesse, quer pela própria ação dos membros, quer pela propagação da doutrina subversiva; que de forma oral ou por escrito, atua para destruir a Igreja, isto é, sua doutrina, autoridades em quanto tais, direitos, ou a legítima potestade civil”. (…) Em terceiro lugar, as sociedades penalizadas eram a maçonaria e outras do mesmo gênero, com o qual o Código de Direito Canônico estabelecia uma clara distinção: enquanto o ingresso na maçonaria era castigado automaticamente com a pena de excomunhão, a pertença a outras associações tinha que ser explicitamente declarada como delitiva pela autoridade eclesiática em cada caso. Os motivos que argumentava a Igreja católica para sua condenação à maçonaria eram fundamentalmente: o caráter secreto da organização, o juramento que garantia esse caráter oculto de suas atividades e os pertubadores complôs que a maçonaria empreendia contra a Igreja e os legítimos poderes civis. A pena estabelecia diretamente a excomunhão, estabelecendo-se também uma pena especial para os clérigos e os religiosos no cânon 2336 Também recordavam as condições estabelecidas para proceder à absolvição desta excomunhão, que consistiam no afastamento e a separação da maçonaria, reparação do escândalo do melhor modo possível, e cumprimento da penitência imposta. As conseqüências da excomunhão incluiam, por exemplo, a privação de sepultura eclesiática e de qualquer missa exequial, de ser padrinho de batismo, de confirmação, de não ser admitidos no noviciado, e o conselho – no caso das mulheres – de não contrair matrimônio com maçons, assim como a proibição ao pároco de assistir núpcias sem consultar o Ordinário. A partir da celebração do Concílio Vaticano II, um incipiente diálogo entre maçons e católicos fez com que a situação começasse a mudar. Alguns Episcopados (França, Países Escandinavos, Inglaterra, Brasil ou Estados Unidos) começaram a revisar a atitude frente a maçonaria; por um lado revendo na história os motivos que levaram a Igreja a adotar essa atitude condenadora, tais como sua moral racionalista maçônica, o sincretismo, as medidas anticlericais promovidas e defendidas pelos maçons; e por outro lado, foi questionado que se pudesse entender a maçonaria como um bloco único, sem levar em conta a cisão entre a maçonaria regular, ortodoxa e tradicional, religiosa e aparentemente apolítica, e a segunda, a irregular, irreligiosa, política, heterodoxa. Estes motivos e as mais ou menos constantes petições chegadas de várias partes do mundo a Roma, diálogos e debates, fizeram com que, entre 1974 e 1983, a Congregação para a Doutrina da Fé retomasse os estudos sobre a maçonaria e publicasse três documentos que supuseram uma nova interpretação do cânon 2335. Neste ambiente de mudanças, não é de se estranhar que o cardeal J. Krol, arcebispo de Filadélfia, perguntasse à Congregação para a Doutrina da Fé se a excomunhão para os católicos que se afiliavam à maçonaria seguia estando em vigor. A resposta a sua pergunta foi dada por seu Prefeito, em uma carta de 19 de julho de 1974. Nela é explicado que, durante um amplo exame da situação, tinha-se dado uma grande divergência nas opiniões, segundo os países. A Sede Apostólica acreditava oporutno, conseqüentemente, elaborar uma modificação da legislação vigente até que se promulgasse o novo Código de Direito Canônico. Advertia-se, entretanto, na carta, que existiam casos particulares, mas que continuava a mesma pena para aqueles católicos que dessem seu nome a associações que realmente maquinassem contra a Igreja. Enquanto que para os clérigos, religiosos e membros de institutos seculares a proibição seguia sendo expressa para a sua afiliação em qualquer associação maçônica. A novidade nesta carta residia na admissão, por parte da Igreja católica, de que poderiam existir associações maçônicas que não conspirassem em nenhum sentido contra a Igreja nem contra a fé de seus membros. As dúvidas não tardaram em surgir: qual era o critério para verificar se uma associação maçônica conspirava ou não contra a Igreja?; e que sentido e extensão devia se dar a expressão conspirar contra a Igreja? O clima generalizado de aproximação entre as teses de alguns católicos e maçons foi quebrado pela declaração de 28 de abril de 1980 Conferência Episcopal Alemã sobre a pertença dos católicos à maçonaria. Como aponta Federico R. Aznar Gil, a declaração explicava que, durante os anos de 1974 e 1980, foram se mantendo numerosos colóquios oficiais entre católicos e maçons; que por parte católica tinham sido examinados os rituais maçônicos dos três primeiros graus; e que os bispos católicos tinham chegado à conclusão de que havia oposições fundamentais e insuperáveis entre ambas as partes: “A maçonaria – diziam os bispos alemães – não mudou em sua essência. A pertença à mesmas questiona os fundamentos da existência cristã. (…) As principais razões alegadas para isso foram as seguintes: a cosmologia ou visão de mundo dos maçons não é unitária, mas relativa, subjetiva, e não pode se armonizar com a fé cristã; o conceito de verdade é, também, relativista, negando a possibilidade de um conhecimento objetivo da verdade, o que não é compatível com o conceito católico; Também o conceito de religião é relativista (…) e não coincide com a convicção fundamental do cristão, o conceito de Deus simbolizado através do “Grande Arquiteto do Universo” é de tipo deístico e não há nenhum conhecimento objetivo de Deus no sentido do conceito pessoal de Deus do teísmo, e está impregnado de relativismo, o qual mina os fundamentos da concepção de Deus dos católicos (…). Em 17 de fevereiro de 1981, a Congregação para a Doutrina da Fé publicava uma declaração que afirmava de novo a ex-comunhão para os caltólicos que dessem seu nome à seita maçônica e a outras associações do mesmo gênero, com o qual a atitude da Igreja permanece invariável, e invariável permanece ainda em nossos dias. No Brasil Por volta de 1390, conforme registrado no Manuscriptus Regius, o relacionamento entre a Igreja Católica e a Maçonaria era bom. Naquela época, a Maçonaria operativa prestava serviços a Igreja, construindo catedrais. O chefe de cantaria normalmente era um clérigo, que orientava os obreiros, inclusive nos assuntos religiosos. No que se refere ao Brasil, no final do século XIX, os padres defendiam abertamente idéias liberais, identificando-se com os maçons da época. Em conseqüência, muitos deles foram admitidos na maçonaria, alguns com o consentimento e outros contando apenas com a tolerância de seus Bispos. “A paz termina quando, numa homenagem prestada pelas Lojas maçônicas do Rio de Janeiro ao seu grão-mestre, Visconde do Rio Branco, registra-se um incidente de maior monta. O padre Almeida Martins, que também é maçom, se apresenta na cerimônia em seus trajes de sacerdote e faz um discurso de saudação, representando a Loja do Grande Oriente do Lavradio, recebendo, por isso, uma punição do bispo diocesano, D. Pedro Maria de Lacerda. Reincidente em sua atuação, é, então, suspenso das ordens sacras. Começa aqui uma guerra surda em que os maçons passam a hostilizar a Igreja, enquanto esta, por seus bispos, age duro contra os religiosos renitentes na prática da maçonaria. Ocorre, então, um incidente mais grave. O bispo de Olinda, D. Vital Maria Gonçalves de Oliveira, jovem de vinte e poucos anos, resolveu aplicar, na área sob sua jurisdição, as recomendações da Encíclica de 1864, do papa Pio IX, proibindo o clero de participar de cerimônias patrocinadas por maçons. O bispo chama particularmente cada um dos sacerdotes envolvidos e ordena-lhes que se dediquem tão somente à vida religiosa, afastando-se de atividades estranhas aos conventos. Encontrando oposição, D. Vital acabou por suspender as irmandades recalcitrantes, impedindo-as de receber novos membros, de participar de ofícios religiosos e até de vestir os seus hábitos. Algumas dessas irmandades recorrem ao Governo e D. Vital, por sua parte, recorre ao Papa que lhe dá poderes para agir com rigor contra os rebelados. Está formado o embrulho, provocado pela espúria união entre o Estado e a Igreja. O acordo entre o Governo e o Vaticano determinava que todas as bulas papais, para serem cumpridas no país, deveriam primeiro receber o execute-se do Governo brasileiro o que não acontecera com a Encíclica cujas recomendações o bispo insistia em aplicar. A crise agrava-se mais ainda quando o bispo do Pará, D. Antônio Macedo Costa, faz um protesto formal contra a maçonaria e se solidariza com D. Vital. Foi a conta. O Governo apresenta ação criminal contra os dois religiosos, perante o Supremo Tribunal de Justiça, por desrespeito aos poderes do Império. Presos, os dois bispos são levados ao Rio de Janeiro, julgados e condenados a dois anos de prisão com trabalhos forçados, sendo instaurados processos também contra outros padres que lhes deram apoio. Isto ocorreu em 1º de julho de 1873 e só ao final da pena é que os dois bispos foram anistiados, por decreto do Gabinete presidido pelo Duque de Caxias. Mas o desastre já acontecera e seus efeitos são irremediáveis. Já no início do século XVIII, a maçonaria trabalhava no sentido de separar a igreja do estado; instituir o casamento civil; introduzir o sistema republicano de governo; instituir a liberdade religiosa, etc. As encíclicas papais que atacaram a Maçonaria explicitam estas questões: O Papa Leão XII disse em sua encíclica de 13/03/1825, “as obras sobre religião e sobre a república que seus membros ousam dar a luz à publicidade…” A semente da república estava sendo lançada; os líderes religiosos da época começaram a se preocupar com a possibilidade de perder o poder temporal. O Papa Leão XIII em sua encíclica de 20/04/1884 disse: “os maçons defendem a idéia de que os chefes do governo têm poder sobre o vínculo conjugal. Na educação dos filhos não há nada a lhes prescrever em matéria de religião. A cada um deles compete, quando estiver em idade, escolher a religião que lhe aprouver. Já em muitos países, mesmos os católicos, está estabelecido que fora do casamento civil não há união legítima”. Nesta encíclica, o papa protestava veementemente contra a maçonaria, por estar defendendo a liberdade de religião e a instituição do casamento civil. Isto poderia ser traduzido em perda de influência da igreja sobre os féis. Leão XIII também disse nesta encíclica que: “segundo os maçons, todo poder está no povo livre; os que exercem o poder só são detentores pelo mandato ou pela concessão do povo”. A mesma encíclica afirmava que o poder pertencia a DEUS, o qual transferiu à igreja a responsabilidade de governar, ou de indicar alguém que fosse capaz de fazê-lo. Esta questão é hoje traduzida pelo abuso da televisão que redundou na liberdade sexual, na degeneração da família, no poder atribuído ao dinheiro, etc. O Cristianismo estava em pleno progresso. Povos e mais povos eram catequizados pelos Soldados de Cristo – isto é, Bispo de grandes capacidades de catequeses. E a Igreja ao receber Reis e a Nobreza, em suas fileiras, passou a contar, também, com uma ajuda financeira muito grande de seus novos Fiéis. E com dinheiro se faz muitas coisas. Então aqueles feios amontoados de madeira sujeito ao fogo e aos raios e outros fenômenos da natureza, começavam a dar lugar às Grandes Catedrais de Pedras, como mostramos logo no início deste trabalho. Entre os anos de 1100 e 1300, milhares de Igrejas, Catedrais, Mosteiros, conventos, etc, foram erguidos na Europa. E para dar conta de tanto Trabalho, uma leva de homens foi se especializando na arte de Construir. Uma Arte Antiga, mas pouco divulgada. E essa leva de Profissionais de Pedra, precisava se organizar. Precisavam de um Estatuto. Precisavam de um espaço só seu. Foi então que Doze Freemasons (Pedreiro especializados em trabalhar na Pedra Franca), liderados por Henry Yevele, é bom guardar bem esse nome – Henry Yevele, nasceu em 1320 e morreu no ano de 1400 – foram até à Prefeitura de Londres, levando um esboço de um Estatuto do Trabalhador da Pedra e, numa audiência com o Alderman (Prefeito) e os Edis, apresentaram seu esboço de Estatuto, onde previa, além da Obediência às autoridades locais, também previa uma fidelidade (quase canina), ao Rei e à Religião Vigente, e, ainda, um pedido para que suas reuniões fossem fechadas, sem a presença de pessoas que não estivessem ligadas a ela. Esses 12 homens saíram daqui, do local onde está Igreja, Antiga Guilda – desta Guildhall, no dia 2 de fevereiro de 1356. É bom repetir – dois de fevereiro de 1356. Aqui está o Berço, o Dia, o Mês e o Ano do Nascimento da Maçonaria Documentada. Enquanto não apresentarem outro Documento, confiável, mais antigo. Este Documento que se encontra ainda hoje, na Biblioteca da Prefeitura de Londres, levará a glória e terá o privilégio de ser o Documento Maçônico mais Antigo. Mas para que não surja ou permaneça nenhuma dúvida, segundo o pesquisador da Quatuor Coronati, o Irmão G. H. T. French “O Primeiro Código ou Regulamento dos Maçons da Inglaterra, é datada de 2 de fevereiro de 1356, quando, como resultado da disputa entre Carvoeiros e Maçons, Pintores, Doze Mestres de uma Obra, representando aquele ramo da Arte de Construir, foram até ao Prefeito e Edis de Londres, na sede da Prefeitura e eles obtiveram uma Autorização Oficial, para que fizessem um Código e um Regulamento Interno, para a Instalação de uma Sociedade e, acabar, de vez, com a disputa e, também, para que de uma forma geral, ajudasse nos Trabalhos. O Preâmbulo do Código, confirma que aqueles homens, foram lá, realmente juntos; porque o seu Ofício, até então, não havia sido regulamentado, de nenhuma forma pelo Governo do Povo, como já acontecia com outras Profissões.” Essa Sociedade dos Maçons (The Fellowship os Masons), durou, ou prevaleceu sozinha durante 20 anos – até 1376, quando foi fundada a Companhia dos Maçons de Londres.Incidentemente, a primeira Regra desse Regulamento, regido naquela ocasião, como objetivo, do “Delimitação em Disputa”, quando estabelecida “que, muitos homens da profissão, podiam trabalhar em qualquer serviço relacionado com a sua profissão, desde que ele fosse perfeitamente hábil e conhecesse muito bem a profissão.” Daí por diante, eles passaram a trabalhar segundo esse Código. E muitos outros foram surgindo, formando o que chamamos de Old Charges, ou Constituições Góticas.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Jack o estripador pode ter sido uma mulher

Isso é o que diz o livro “Jack The Ripper: The Hand Of A Woman” ( Jack o Estripador: a mão de uma mulher) escrito por John Morris, feito com base em “documentos legais e registros médicos”. O livro, vem causando desconforto entre diversos historiadores, pois afirma que os crimes do Estripador teriam sido cometidos na verdade por Lizzie Williams, esposa de Sir John Williams, um médico, um dos maiores suspeitos. Segundo o autor, Lizzie matava por sua impossibilidade ter filhos, então se vingava em outras mulheres, tendo inclusive arrancado o útero de três mulheres. Além disso das 5 prostitutas assassinadas, nenhuma sofreu abuso sexual. Junto ao corpo de Annie Chapman, uma das vítimas, seu pertences foram encontrados organizados aos seus pés. Nos locais dos crimes também foram encontrados “botões de um sapato feminino, vestígios de uma saia e fragmentos de um chapéu feminino”. “Não há qualquer dúvida de que Jack era uma mulher. Mas como todos acreditam que o assassino era um homem, todas as evidências que mostram o contrário foram ignoradas pelos pesquisadores”, concluiu Morris.
E você, acredita que o Estripador possa realmente ter sido uma mulher?

terça-feira, 17 de abril de 2012

a cura pra tudo

Teóricos parecem ter derivado uma teoria em cima  do romance do falecido, grande Michael Crichton, The Andromeda Strain. Nesse livro, um dos personagens diz a outro sobre uma pesquisa médica financiada pelo  governo dos EUA que parece ter descoberto uma única droga que não só inibe a reprodução de uma bactéria no corpo humano, mas ativamente matar todos Virais biológicos e patógenos  conhecidas pela ciência, sem consequências  sérias para o organismo humano. O fato de que ela pode decorrido de um romance não impediu que os teóricos da conspiração de Crichton afirmassem que este fato era verdadeiro, mas tinha medo de admitir isso, e porque  ele escondeu os fatos em uma obra de ficção? Nesta passagem, a droga não é nomeada, mas é descrita como sem causar mais desconforto à pessoa além de uma simples  diarréia, porque também mata as bactérias boas no intestino. Ele mata o câncer dentro de dias e mata AIDS, sífilis, herpes Simplexes I e II, Encefalite Raiva, e cada única doença de qualquer espécie já conhecida. O personagem que descreve as observações que  estavam prestes a ser feitas comercialmente, até que os médicos tomaram posse da droga depois de vários meses, e todos eles prontamente morreram dentro de algumas semanas de doenças desconhecidas nunca antes vistas que causaram problemas bizarro e horripilante no corpo : cérebro derretido, metástase do câncer de cada um  órgão e tecido do corpo dentro de dias, fígado liquefeito, e muitos outros. O motivo? Enquanto na droga milagrosa, o corpo humano não tinha necessidade de seu sistema imunológico, que parou de funcionar. Isso é tudo cortesia de Crichton, mas a teoria da conspiração afirma que esta droga existe, foi julgada nas pessoas, e foi retirado do mercado por uma razão completamente diferente: enquanto o sistema imunológico humano parasse (o que é verdade, ele vai fazer o seu trabalho a menos reprimida por idade e / ou doenças forte),as consultas não seriam mais nescessárias. E como todas as teorias da conspiração médica, este centra-se na motivação insidiosa de cobiça por parte da Associação Médica Americana, que seria colocado para fora do negócio completamente e assim a droga revolucionária  nunca chegaria ao mercado aberto.

O grand grimoire

Este é baseado no fato de que o chamado “Grand Grimoire” existe, e ele faz. É um livro, também chamado de “Dragon The Red” e o “Evangelho de Satanás.” O livro é real, porque a Igreja Católica Romana oficialmente reivindica a posse dele, mas nunca o deixou o mesmo vir a  público . É fato que foi descoberto em Jerusalém em 1750, no túmulo de Salomão, escrito em hebraico ou aramaico bíblico. O manuscrito não foi datado para um tempo anterior a este, ou então a Igreja não disse, mas o livro em si é inscrito com a data de 1522 AD. Teóricos afirmam que foi copiado  a partir de um manuscrito escrito no AD 1200 ou anterior. A primeira prova conhecida esta nos escritos de um Honório de Tebas, cuja existência não foi comprovada, inegavelmente. Ele pode ter sido Papa Honório III (1148-1227). Acredita-se que Honório de Tebas pode  ter escrito alguma coisa agora referida como o “Livro Sworn de Honório,” a partir do qual o Grimoire grande foi derivado, ou que é, de fato, o Grand Grimoire em si. A teoria afirma que Honório era ou o próprio Satanás, ou possuído por Satanás com o propósito de escrever o livro. Ele contém instruções sobre a convocação de Satanás, a qualquer hora, em qualquer lugar na Terra, por várias intenções insidiosas. A palavra “grimoire” denota de um livro de magia. Qualquer tipo de magia, seja boa ou ruim. Uma grande quantidade das chamadas cópias estão em circulação em todo o mundo, mas nenhuma deles, contém as verdadeiras palavras do Grimoire real. É muito popular na cultura vodu do Haiti, e os profissionais não pretendem usar o livro o tempo todo, como um livro de receitas para magias e feitiços. Teóricos afirma que o Grimoire grande é próprio sobrenatural na medida em que resiste a queima permanentemente, não pode ser cortado, perfurado, penetrado, rasgado, ou de qualquer outra forma danificado ou destruído. É o único livro com o conhecimento de como invocar Satanás (todos os outros são fakes que não funcionam), com um ritual precisa ser executado, e para além disso, ele pode convocar qualquer número de demônios chamado (Pazuzu). Sendo escrito por Satanás, detalha provas de vários milagres sobrenaturais da Bíblia, a localização precisa de relíquias bíblicas, e ainda contém esboços pessoais dos rostos de  Satanás,  de Judas Iscariotes e Jesus Cristo. Porque está na posse da Igreja Católica, a teoria continua a afirmar que cada Papa começa um ser humano, e então torna-se possuído por Satanás uma vez que ele é eleito. O filme 1989 “Warlock”, estrelado por Julian Sands como o Anticristo prospectivo, usa o Grimoire como enredo principal, e vai ainda mais longe, afirmando que o Grimoire contém o nome secreto de Deus, que, quando pronunciado para trás, vai aniquilar o Universo . Este fato parou o filme e avançou para a frente no clímax de ler o nome secreto. Acho que só não poderia ficar melhor? Bem, esta última qualidade do Grimoire foi provavelmente inventado por David Twohy, que escreveu a história para o filme. Mas os teóricos da conspiração têm defendido a idéia desde então, alegando que tudo nesta reportagem é baseada em fatos comprováveis, e que esses fatos estão no Grande Grimoire. Então, onde está o Grimoire? Você adivinhou  no Arquivo Secreto do  Vaticano.

domingo, 15 de abril de 2012

Projeto Blue Beam


Segundo conspiracionistas, O Projeto Blue Beam é uma arma secreta de alteração da mente que está baseada em algo chamado “tecnologia da portadora subliminar”, ou Silent Sound Spread Spectrum (SSSS) (também chamada de S-Quad, ou ‘Squad’ no jargão militar). Ela foi desenvolvida para uso militar pelo Dr. Oliver Lowery, de Norcross, Georgia, e está descrita na US Patent #5,159,703 — ‘Silent Subliminal Presentation System’, para uso comercial em 1992… A tecnologia também é conhecida como Som do Silêncio e funciona pela transmissão de sons indetectáveis pelo ouvido, mas que são implantados no córtex auditivo do cérebro. É o que existe de mais moderno no controle mental universal… Essa nova tecnologia de controle da mente pode na verdade fazer você tomar uma atitude que normalmente não tomaria. Entretanto, o aspecto mais insidioso de SSSS é que ela é totalmente indetectável por aqueles contra quem é direcionada. Como produz sua programação subliminar diretamente no cérebro humano por meio do sentido da audição em uma frequência que o ouvido humano não é capaz de identificar como som, não há defesa contra ela. Todas as pessoas no planeta estão igualmente susceptíveis ao controle mental via SSSS e não há modo de escapar, uma vez que as ondas UHF podem ser transmitidas por longas distâncias a partir de fontes localizadas em locais remotos e atravessam as paredes e outros objetos, como se eles não existissem. UHF é a frequência (na faixa dos 100 MHz) que tem sido usada para a transmissão de televisão e rádio desde que esses meios existem. SSSS foi projetada para utilizar UHF como onda portadora. Ainda mais insidioso é o fato que, acoplado com o uso de supercomputadores, os padrões eletroencefalográficos (EEG) específicos de um indivíduo podem ser alterados digitalmente e depois armazenados para serem retransmitidos via UHF digital. De acordo com Judy Wall, esses EEGs retocados pelo computador “podem identificar e isolar os ‘blocos de assinaturas de emoção’ de baixa amplitude do cérebro, sintetizá-los e armazená-los em outro computador. Em outras palavras, estudando os padrões característicos sutis das ondas cerebrais que ocorrem quando um ser humano analisado experimenta uma determinada emoção, os cientistas puderam identificar o padrão de onda cerebral concomitante e agora podem duplicá-lo.” Esses blocos de assinatura de emoção modificados podem depois ser transmitidos pelas frequências portadoras UHF (isto é, sinais de rádio e televisão normais) diretamente para dentro do cérebro onde podem então “silenciosamente acionar a mesma emoção básica em outro ser humano”. Em outras palavras, se o bloco de assinatura emocional para, digamos, um sentimento de desânimo e desespero estiver sendo introduzido diretamente no seu cérebro via ondas de rádio, você sentirá essas emoções. Muitos dos projetos da NASA foram chefiados por cientistas trazidos da Alemanha nazista, que foram trazidos para os EUA no fim da Segunda Guerra Mundial por meio da Operação Clipe de Papel. Todavia, o projeto Blue Beam continha, segundo alguns teóricos, muito mais do que mero controle mental. Estes sugerem outras tecnologias que seriam utilizadas para controle das massas. Uma delas é a Holografia. “Hologramas, que diabos eles irão fazer com Hologramas?” você deve estar perguntando. Não, não é aquele holograma falhado que você nas feiras japonesas de tecnologia pelo mundo. Trata-se de um Holograma perfeito e capaz de dar solidez a imagem. Ou seja, o holograma é capaz de reproduzir qualquer coisa como se fosse verdadeira. Por exemplo, você verá o produto da holografia de uma pessoa exatamente como ela é, poderá tocá-la, ela poderá tocar você, de modo que é impossível perceber que ela não é real. Bem, imagine isso agora na mão de um governo querendo controlar as massas? Quem você acha que ele iria materializar Holograficamente? Pense….

Majestic 12

Um dos principais temas abordados pelas teorias da conspiração é a hipótese de que o governo que conhecemos é falso, um teatro que serve de fachada para algo maior que está camuflado e que é o verdadeiro responsável pelas ordens e ações no mundo. Entre esses supostos governos, temos o de codinome Majestic 12. Segundo o ufólogo William L. Moore, Majestic 12 foi um departamento criado inicialmente para lidar com os extraterrestre. Teve seu começo com presidente dos EUA, Harry S. Truman, em 1947, após o incidente de Roswell, caso que haveria chamado muito a atenção do presidente pelo seu “potencial”. A principio era um comitê que englobaria os maiores cientistas, lideres militares e lideranças políticas do mundo com o intuito de estudar todo tipo de tecnologia alienígena, assim como, consolidar contatos com outras raças extraterrestre. Entretanto, com sucesso de alguns projetos, esse seleto grupo percebeu que estava com uma valiosa “arma” na mão. A tecnologia alienígena era inacreditável, capaz de realizar feitos que nós, homens, sequer poderíamos imaginar. E a ganancia apareceu e de um departamento virou um governo. Agora seriam essas pessoas as responsáveis por controlar o mundo, manipulando-o a sua vontade. Algumas versões dizem que o MJ12 é apenas mais um “tentáculo” do governo dos Illuminatis. Existe também a versão que diz que o MJ12 é na verdade uma matriz de um governo alienígena aqui na Terra e que as ordens provinham diretamente dos cabeçudos cinzentos apelidados de Gray’s.

domingo, 1 de abril de 2012

teoria da conspiração: projeto Montauk


Muito se fala que os EUA sempre quiseram dominar o mundo e que muitas vezes eles acabaram criando guerras para se fortalecerem, usando desculpas de quem lutam pela liberdade ou por qualquer outra coisa, que usam para terem um “motivo aceitável”. Nessa sua tentava frustrada de dominar o mundo pela força e submissão dos inimigos por guerra tradicional, os EUA resolveram mudar o foco e tentar dominar tudo se utilizando de outras técnicas, não menos cruéis. Por isso um projeto ultrassecreto, chamado Montauk foi criado, tendo uma verba quase infinita para o desenvolvimento de uma arma para subjugar as outras nações.Todo o mundo sabe que ter a melhor arma é ter o poder, por isso dizem que os norte americanos em seu projeto ultrassecreto gastaram mais de 7 trilhões em dez anos, tentando criar uma tecnologia revolucionária, como viagem no tempo, controle da mente, super soldados modificados geneticamente e todo tipo de coisa que possa ser usada para fins bélicos.Dizem que no fim dos anos 80, o projeto passou por uma reformulação e mudou de nome, na tentativa de despistar os curiosos, mas algumas pessoas que fizeram parte dessas experiências malucas confirmam todas as histórias, mas é claro que o governo nega e nem fala sobre o tema… Certa vez alguns documentos codificados caíram em mãos erradas, mas o governo agiu rápido e os recolheu. Mesmo com a pressão popular, ele não se pronunciou sobre o tema, pois os tais documentos eram militares e apenas o Presidente poderia mandar um investigação sobre eles, o que jamais foi feito.Não existem até hoje provas concretas que o Projeto Montauk tenha sido real ou que continue funcionando sob outro nome, mas todos sabemos que os americanos sempre sonharam em ter o mundo em suas mãos…

teoria da conspiração: Google Chrome


Há muito tempo, o Google recebe acusações de invasão de privacidade e tenta controlar a vida de seus usuários, sendo assim recai sobre ele a acusação de rastrear o conteúdo pessoal dos internautas para oferecer comerciais adequados para cada tipo de pessoa. Em outras palavras o ALEFImages-GoogleChromeGoogle observa e armazena as informações, como comentários emredes sociais, e-mails, dentre outros.
Essa história dos seres humanos serem controlados pelos computadores já é velha, mas tem feito todo o sentido agora que somos viciados em tecnologia. Aproveitando o auge da internet e o grande número de pessoas que fazem uso da mesma, alguns sites têm feito pesquisas sobre mensagens subliminares encontradas no Chrome e produtos da empresa. Hoje vamos falar do “666” supostamente encontrado na sua logo e que representa, segundo o capítulo 13 do livro de Apocalipse, o número da besta ou a uma nova ordem mundial. 
Mas antes de qualquer discussão, confira o vídeo, para averiguar mais uma vez a suspeita levantada e diga se acredita na existência dessa mensagem subliminar:

Então, qual a sua opinião? Seria o Chrome demoníaco?