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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Casa abandonada na rússia

uma casa de arquitetura medieval russa é um a jóia aos olhos de quem ama o medo e o terror. Seu interior é impressionante e delicadamente emocional. A casa transmite emoções. É magnífica. um achado inesquecível!













sábado, 5 de maio de 2012

Flannan Isles


O nome Flannan Isles é dado a um conjunto de ilhas localizado a oeste da Escócia. Essas ilhas também são conhecidas por “Os sete caçadores”. A maior dessas ilhas é a Eilean Mor. Lá encontra-se um antigo farol, erguido em 1899. Assim como todo farol marítmo, o de Eilean Mor servia para nortear as embarcações que passavam pela região (era uma época em que radares e satélites não existiam). Ele piscava duas vezes a cada 30 segundos, podendo ser visto a mais de 30 kilômetros de distância. O farol era mantido por uma equipe de três homens. Mas as ilhas Flannan eram completamente inabitadas, o que formava um local pouco propício para longas estadas, o que poderia causar diversos males psicológicos. Dessa forma, a equipe de manutenção do farol era trocada a cada 14 dias, quando uma embarcação vinha à ilha para trazer a nova equipe e levar a que já tivesse cumprido seu trabalho. Apesar de isolada e inabitada, a ilha podia ser observada da Escócia através de um telescópio, e assim a equipe poderia, através de bandeiras, passar mensagens caso houvesse alguma emergência ou necessidade urgente, fazendo com que uma embarcação fosse despachada imediatamente. mas havia um problema: não raramente a ilha ficava oculta em brumas, e a névoa impedia qualquer contato visual, o que não deixava nenhuma garantia de que a “mensagem” enviada através de bandeiras fosse recebida. Em 7 de dezembro de 1900, o chefe de equipe James Ducat chega à ilha acompanhado do primeiro-assistente-substituto Donald Macarthur e do segundo assistente Thomas Marshall para iniciarem seus 14 dias de trabalho. Junto com a equipe, chegou também o superintendente de faróis para fazer uma vistoria habitual. Depois de feito seu trabalho, ele voltou com a embarcação deixando, como sempre, a equipe de três homens sozinha na ilha. Nos dias seguintes, a luz do farol pôde ser observada normalmente. No entanto, uma semana depois uma forte névoa e mau tempo impediram qualquer contato visual com a ilha. O navio SS Archtor, passou próximo a ilha no dia 15 de dezembro. Já era quase meia-noite e o capitão notou que a luz do farol estava apagada. A embarcação de suporte que deveria buscar a equipe no dia 21 de dezembro, o SS Hesperus, devido ao mau tempo, só conseguiu chegar à ilha cinco dias depois. Quando se aproximaram da ilha, não havia ninguém para recebê-los, o que era estranho, já que o protocolo exigia que, sempre que avistassem a embarcação chegando, a equipe do farol deveria levantar uma bandeira confirmando o avistamento e um membro da equipe deveria receber a embarcação. Não havia nem bandeira hasteada, nem ninguém da equipe para receber os recém-chegados. O capitão do SS Hesperus, ordenou então que a sirene de comunicação fosse tocada. Mas não houve nenhuma resposta. O Segundo-Oficial do Hesperus, junto com o Terceiro-Assistente da nova equipe, entraram no bote e foram até ilha. Subiram ao farol e não encontraram ninguém. Não havia nem um som humano e nenhum sinal de vida. A porta da casa do farol estava trancada. O Terceiro-Assistente tinha as chaves e abriu a porta. Não havia ninguém no farol – nem vivo, nem morto. A casa do farol estava em ordem. Um almoço ou jantar havia sido preparado, mas parece que não foi comido. Os homens revistaram a ilha e não encontraram nada. Na verdade, nunca mais encontraram a equipe ou seus corpos. O caso foi levado à autoridades e novas buscas foram feitas. O livro de relatórios (que deveria ser preenchido todos os dias pela equipe da ilha) tinha como último registro o dia 14 de dezembro. De acordo com o relatório feito pela equipe desaparecida, uma forte tempestade atingiu a ilha no dia 13, mas que se dissipou na manhã seguinte e não houve problemas. As autoridades conluíram que, o que quer que tenha acontecido com os três homens, aconteceu na tarde do dia 14, já que o relatório desse dia ainda estava esboçado e não “oficialmente” registrado (o que seria feito durante noite). O que realmente aconteceu? De acordo com as autoridades, o mais provável é que, como houve uma tempestade na noite de 14 de dezembro, ela pode ter atingido a ilha. Os três homens saíram do farol para consertar ou assegurar algo que estivesse ameaçado pela tempestade e trancaram a porta ao sair. Durante a empreitada uma gigantesca onda os carregou para o mar. Mas o mistério continua. Ninguém sabe ao certo o que realmente aconteceu. Os corpos nunca foram achados e nenhuma outra pista surgiu até hoje.

domingo, 29 de abril de 2012

portões para o inferno


Você acredita em inferno? Pois é, existem alguns lugares na terra onde dizem ser as entradas para o inferno. Dizem que existem 6 entradas.Verdade ou mentira?
Mas então...TEM CORAGEM? Assiste aí!

domingo, 1 de abril de 2012

a ilha da morte

No mundo existem diversos lugares sombrios e obscuros, com histórias horripilantes, que nos deixam espantados com seu passado e o relato das pessoas que por lá passaram. Por isso vamos falar um pouco sobre esses locais, os lugares mais assustadores desse mundo: a ilha da morte No meio de um das mais importantes cidades do mundo, existe uma ilha que possui um passado macabro, um lugar onde ninguém quer pisar e os que já foram lá não pretendem voltar. O local é tão bizarro, que mesmo estando perto de lugares onde o metro quadrado custa uma fortuna, ninguém ousa morar ou construir algo nessa ilha. Localizada próxima ao famoso bairro Nova Iorquino do Bronx, essa ilha já foi a sede de um hospital para leprosos, criado em 1885, por esse motivo ninguém que pisar lá, afinal a lepra sempre foi um doença perigosa, mas o medo que ela traz consigo é ainda pior do que a doença em si. Além disso, existe a lenda que o local é amaldiçoado, desde que o pior desastre da história da cidade de Nova Iorque aconteceu lá (isso sem contar os ataques de 11 de Setembro). No dia 15 de junho de 1904, mais de mil pessoas foram até a ilha para participarem de uma missa, que homenagearia os mortos e doentes locais. Depois de tudo, as pessoas embarcaram para voltar à cidade, só que sem explicação alguma no meio da volta, o navio começou a queimar e um incêndio forte consumiu cada pedaço do barco, matando mais de mil pessoas que estavam a bordo, a grande maioria mulheres e crianças. Anos depois, o lugar também começou a acolher viciados em drogas, que eram forçados ao tratamento, por isso ficavam presos na ilha e muitas vezes matavam outros pacientes ou morriam tentando fugir. Pouquíssimos que para lá foram ser tratadas saíram vivos e as poucos que sobreviveram, dizem que o local era um inferno, a pessoa eram mal tratadas e viviam em masmorras. Muitos imigrantes acabavam sendo mandados para ilha para serem tratados, mas como mal sabiam falar inglês, não conseguiam sair de lá mesmo já curados ou estando bem, por isso sempre que alguém era levado para o local sua morte era considerada certa, por esse motivo a ilha ganhou seu nome.